A cobertura feita pelo JN, do evento dos Patriots for Europe na Ericeira, e da manifestação de extrema-esquerda anti-democrática contra o mesmo, em Setembro de 2026, suscitou questões que o Instituto colocou ao Jornal de Notícias e que não foram respondidas:
1. Porque não contactou o JN a Fundação Patriotas pela Europa ou mesmo os participantes do evento, para obter a sua versão, como manda a mais básica deontologia jornalística, em vez de publicar exclusivamente a versão de um dos lados do evento em questão?
2. Porque não indagaram a filiação político-partidária dos organizadores da manifestação, sobretudo tendo em conta de que se trata de um protesto eminentemente político-ideológico?
Fazem o mesmo a propósito ou a despropósito quando se trata de membros do CH, pelo que o mesmo critério se deveria aplicar a outras forças partidárias, por mais travestidas de associativismo em que se possam apresentar.
3. Porque não se coibiram de apelidar o evento de ‘extremista’ sem consultarem sequer os organizadores do mesmo, mas não apelidaram de ‘extrema-esquerda’ os manifestantes que se apresentaram com símbolos terroristas – por exemplo da Antifa (foto em anexo) – para tentar impedir a livre associação política e democrática de cidadãos nacionais, chegando mesmo à intimidação da empresa privada Hotel Vila Galé, para que cancelasse o acolhimento do evento?
4. Qual é a filiação político-partidária do jornalista Abílio Ribeiro?
5. Qual é o maravilhoso e miraculoso mecanismo tecnológico de investigação utilizado pelo JN, que permite prever com exactidão o número de manifestantes de um protesto futuro?
6. Porque não classifica o JN de ‘extrema-esquerda’, os partidos Bloco de Esquerda, PCP e Livre tendo em conta as suas ideologias fundacionais totalitárias, posicionamento parlamentar à esquerda do centro-esquerda do PS e associações a partidos e regimes marxistas, assim como a sua notória proximidade a vandalismo e acções violentas de indivíduos encapuzados?
